quarta-feira, 29 de setembro de 2010

para o meu terceirão...
study people...
vou colocar uns links pq n consigo colocar as apresentações!
http://www.coladaweb.com/fisica/eletricidade/carga-eletrica
http://www.youtube.com/watch?v=tv3OkoW-6s4
http://www.coladaweb.com/exercicios-resolvidos/exercicios-resolvidos-de-fisica/forca-eletrostatica

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

turma da noite

hey dear students....
the homepage i want u to access is
http://www.learnenglishfeelgood.com/esl-printables-worksheets.html
there are many exercises that u can do but i really want u to do simple present tense 1 and the verb to be...
luv u ...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

terça-feira, 22 de junho de 2010

SER FLAMENGO

"E o Flamengo joga, hoje, com a mesma alma de 1911. Admite, é claro, as convenções disciplinares que o futebol moderno exige. Mas o comportamento interior, a gana, a garra, o élan são perfeitamente inatuais. Essa fixação no tempo explica a tremenda força rubro-negra. Note-se: não se trata de um fenômeno apenas do jogador. Mas do torcedor também. Aliás, time e torcida completam-se numa integração definitiva. O adepto de qualquer outro clube recebe um gol, uma derrota, com uma tristeza maior ou menor, que não afeta as raízes do ser. O torcedor rubro-negro, não. Se entra um gol adversário, ele se crispa, ele arqueja, ele vidra os olhos, ele agoniza, ele sangra como um césar apunhalado.

Também é de 1911, da mentalidade anterior à Primeira Grande Guerra, o amor às cores do clube. Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juizes, bandeirinhas tremem então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."

(Nelson Rodrigues - Tricolor)