sexta-feira, 27 de novembro de 2009

para os curiosos


Existem vários gadgets que se propõem a levantar objetos do chão, mas nenhum é tão legal quanto o Levitron Revolution World Stage. Ele vem com uma plataforma com lanternas de Led acopladas para dar um efeito ainda mais legal na levitação.

Levitron

O globo que você vê na imagem também acompanha o produto. Ele é oco e com uma pedrinha de imã no meio. Assim você pode colocá-la em outros objetos e fazê-los “voar”. O revendedor Think Geek garante que o Levitron aguenta até 3 oz, ou seja, pouco menos de 100 gramas. O preço é U$99,00 (R$ 169,00).

Moda tecnológica

Esse post vai deixar geeks e fashionistas felizes. Selecionamos joias e abotoaduras com apelo tecnológico. Alguns são bem divertidos, como essa abotoadura que não é um mero acessório fashion, mas uma pen drive de 2 Gb. Você pode ficar bem vestido e ainda carregar sua arma secreta disfarçada na roupa, bem estilo James Bond nerd.

USB

Para deixar as meninas felizes encontramos algumas jóias bem diferentes, esse é um pingente em forma de fone de ouvido:

Pingente fone de ouvido

esperar para ver

DVD feito para durar 1.000 anos

ter, 17/11/09
por Denise Dalla Colletta |
categoria Sem Categoria

Quantas vezes você colocou um filme para assistir já com a pipoca pronta e teve a infeliz surpresa de que o DVD não podia ser lido? Aí você olha de perto e percebe que o DVD tinha um risquinho de nada… pronto, lá se foram 2 horas de diversão. Quanto dura um DVD comum? De 5 a 10 anos? Algumas empresas garantem que a mídia dura mais. No entanto, qualquer descuido pode danificar seu filme favorito ou as fotos daquela viagem inesquecível para sempre.

DVD de Pedra

O que fazer? Estocar seus dados numa pen drive? Computação em nuvem? Nada disso, a solução é um DVD de pedra, garante Cranberry, fabricante doDiamonDisc. Ele é feito com uma pedra sintética que fica transparente, por isso o nome “diamon” (diamante, em inglês). A empresa garante que o disco dura até 1.000 anos sem estragar e resiste a temperaturas de 80ºC.

splash_diamondisc

Como seu computador vai gravar esse disco? Não precisa se preocupar, a Cranberry grava pra você. É só enviar os dados (até 4,7 Gb, como um DVD comum) e eles entregam em sua casa por 35 dólares (cerca de 60 reais). Já gravar em casa vai ficar um pouco mais complicado, o gravador deste disco custa quase 5.000 dólares. Mas qualquer computador pode ler o DiamonDisc.

Será que o Diamon Disc pega?

Quer uma opinião sincera? Parece mais uma dessas tecnologias que consegue alguns adeptos, mas não pega de verdade. Pen drives cada vez mais capazes e HDs cada vez menores devem suprir nossa necessidade de discos que durem mais por hora. No futuro (que já começou), a computação em nuvem deve solucionar parte de nossos problemas de armazenamento de dados. Outros problemas virão como a falta de segurança, mas isso é assunto para daqui a pouco…


segunda-feira, 20 de julho de 2009

to help all of us!

O A M O R E O G R I T O

Um dia um mestre perguntou aos seus discípulos:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

Os homens pensaram por alguns momentos.

- Porque perdemos a calma - disse um deles. - Por isso gritamos.

- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao teu lado?
Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estás aborrecido?

Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfez o mestre. Finalmente ele explicou:

- Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se
afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se.
Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para se escutar um ao outro através desta grande distância.

Em seguida perguntou:

- O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não gritam,
mas se falam suavemente. Por quê? Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas é pequena. Quando se enamoram, acontece mais alguma
coisa? Notem que quase não falam, somente sussurram, e ficam cada vez
mais perto do seu amor. Finalmente, não necessitam sequer sussurrar, somente
se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Portanto, quando discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais. Chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.


Esta historinha singela dispensa maiores comentários. A única coisa que pensei escrever como complemento é o barulho que fazemos quando, pela força, queremos ganhar a razão.
Longe de vós toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria... (Efésios 4:31)

just one more

John Blanchard levantou-se do banco, ajeitou o uniforme do Exército e obserou a multidão que tentava abrir caminho na Estação Ferroviária Central de Nova York. Procurou avistar a moça cujo coração ele conhecia, mas não o rosto - a moça com a rosa. Seu interesse por ela começara treze anos antes, em uma biblioteca da Flórida. Ao retirar um livro da estante, ele ficou intrigado, não com as palavras impressas, mas com as anotações escritas à mão na margem. A letra delicada indicava ser a de uma pessoa ponderada e sensível. Na primeira página do livro, ele descobriu o nome da proprietária anterior: Srta. Hollies Maynell. Depois de algum tempo e de várias tentativas, conseguiu localizar o endereço dela. Morava em Nova York. Escreveu-lhe uma carta apresentando-se e propondo uma troca de correspondência. No dia seguinte, ele foi convocado para servir em uma base do outro lado do oceano. Era a Segunda Guerra Mundial. Durante os treze meses seguintes, os dois passaram a se conhecer por correspondência. Cada carta era uma semente caindo em um coração fértil. Florecia um romance. Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou-se a enviar. Achava que, se ele realmente gostasse dela, não haveria necessidade da fotografia. Quando ele retornou da Europa, marcaram o primeiro encontro às 19 horas na Estação Ferroviária Central de Nova York. "Você me reconhecerá", ela escreveu, "pela rosa que estarei usando na lapela." Assim, às 19 horas, Blanchard estava na estação à espera da moça cujo coração ele amava, mas cujo rosto nunca vira. Deixemos que o próprio Blanchard conte o que aconteceu. ... Em minha direção vinha uma jovem alta e esbelta. Seus cabelos loiros encaracolados caíam pelos ombros, deixando à mostra delicadas orelhas; os olhos eram azuis da cor do céu. Os lábios e o queixo tinham uma firmeza suave; trajando um costume verde-claro, parecia a própria chegada da primavera. Comecei a caminhar em sua direção sem notar que não havia rosa em sua lapela. Quando me aproximei, um sorriso leve e provocante brotou-lhe nos lábios. "Gostaria de me acompanhar, marujo?" ela murmurou. De maneira quase incontrolável, dei um passo em sua direção, e foi então que avistei Hollies Maynell. Ela estava em pé atrás da jovem. Aparentava bem mais de quarenta anos, e seus cabelos, presos sob um chapéu surrado, deixavam entrever alguns fios brancos. Seu corpo era roliço, tinha tornozelos grossos e usava sapatos de salto baixo. A moça de costume verde-claro distanciava-se rapidamente. Senti-me dividido, desejando ardentemente segui-la, mas ao mesmo tempo, profundamente interessado em conhecer a mulher cujo entusiasmo me acompanhara e me sustentara. E lá estava ela. Seu rosto redondo e pálido estampava delicadeza e sensibilidade; os olhos cinzentos irradiavam meiguice e bondade. Não hesitei. Peguei o pequeno livro azul, de capa de couro, para me identificar. Não seria um caso de amor, mas poderia ser algo precioso, algo talvez melhor que amor, uma amizade pela qual eu era e seria eternamente grato. Endireitei os ombros, cumprimentei e entreguei o livro à mulher, apesar de sentir-me sufocado pela amargura do meu desapontamento enquanto lhe dirigia a palavra. "Sou o Tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou satisfeito por você ter vindo encontrar-me. Aceita um convite para jantar?" No rosto da mulher surgiu um sorriso largo e bondoso. "Não sei do que se trata, filho", ela respondeu, "mas a jovem de costume verde, que acabou de passar por aqui, pediu-me que usasse esta rosa na lapela e instruiu-me também que, se você me convidasse para jantar, eu deveria dizer que ela está à sua espera no restaurante do outro lado da rua. Ela me contou que se tratava de uma espécie de teste!" Notas: Traduzido por Maria Emília de Oliveira Extraído de And The Angels Were Silent © 1992 de Max Lucado

quarta-feira, 17 de junho de 2009

last kiss - pearl jam

Last Kiss

Pearl Jam

Composição: Wayne Cochran

Oh where, oh where, can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

We were out on a date in my daddy's car,
We hadn't driven very far.
There in the road straight ahead,
A car was stalled, the engine was dead.
I couldn't stop, so I swerved to the right,
I'll never forget the sound that night.
The screaming tires, the busting glass,
The painful scream that I heard last.

Oh where, oh where, can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

When I woke up, the rain was pouring down,
There were people standing all around.
Something warm flowing through my eyes,
But somehow I found my baby that night.
I lifted her head, she looked at me and said;
"Hold me darling just a little while."
I held her close I kissed her - our last kiss,
I found the love that I knew I had missed.
Well now she's gone even though I hold her tight,
I lost my love, my life that night.

Oh where, oh where, can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

sábado, 13 de junho de 2009

my teens - changing into who i am

The Outsiders (film)

From Wikipedia, the free encyclopedia

The Outsiders

Theatrical release poster
Directed by Francis Ford Coppola
Produced by Gray Frederickson
Fred Roos
Written by Kathleen Rowell
S.E. Hinton
Starring C. Thomas Howell
Matt Dillon
Ralph Macchio
Rob Lowe
Patrick Swayze
Emilio Estevez
Tom Cruise
Diane Lane
Music by Carmine Coppola
Cinematography Stephen H. Burum
Editing by Rob Bonz
Anne Goursaud
Melissa Kent
Roy Waldspurger
Studio Oklahoma
Distributed by Zoetrope Studios
Pony Boy
Warner Bros. Pictures
Columbia Broadcasting System
Coppola Music Co.
Release date(s) 25 March 1983
Running time 92 mins
Country USA
Language English
Budget $10 million
Gross revenue $25,697,647
Followed by The Outsiders (TV series)

The Outsiders is a 1983 American drama film directed by Francis Ford Coppola, an adaption1967 novel of the same name by S. E. Hinton. The movie was released in March 1983. Jo Ellen Misakian, a librarian at Lone Star Jr. High School in Fresno, California and her students,[1] of the were responsible for inspiring Coppola to make the movie.

The Outsiders is noted for being the breakout film of many future stars. The movie earned C. Thomas Howell a Young Artist Award, became the first Brat Pack movie (with Rob Lowe and Emilio Estevez cast as supporting Greasers), and further established the careers of Matt Dillon, Tom Cruise, Patrick Swayze, Ralph Macchio, and Diane Lane. Both Lane and Dillon went on to appear in Coppola's related film Rumble Fish.

li aos 16 anos- i was not the same afterwards


O VERMELHO E O NEGRO


STENDHAL
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)


pseudônimo de Marie Henri Beyle (1783–1842), célebre escritor francês que influenciou o desenvolvimento da novela moderna com seus romances psicologicamente penetrantes, tais como O VERMELHO E O NEGRO (Le Rouge et le Noir).

O Vermelho e o Negro, publicada em 1830, faz, juntamente com A Cartuxa de Parma, a obra-prima de Stendhal.

O núcleo do livro é uma crítica mordaz e direta à sociedade francesa do período da Restauração, particularmente aos parisienses, os quais julga viverem um amor afetado e orgulhoso.

O personagem principal do livro é um aspirante a padre chamado Julien Sorel, nascido numa cidade inventada pelo autor chamada Verrières, na obra, situada no interior da França, próxima de Besançon. Muito oprimido pelo seu pai marceneiro e irmãos, consegue sair de casa através de um convite tentador do Senhor de Rênal, então prefeito da cidade, para ser preceptor de seus dois filhos.

O herói da história, Sorel, estudou durante toda sua infância e adolescência com um cirurgião-mor da cidade e, após a morte deste, com um cura, os quais, principalmente o último, lhe ensinaram latim e principiou seu estudo das Escrituras, pouco mais tarde, já sabia latim e tinha decorado todo o Novo Testamento.

Na sua nova casa, a do prefeito, fica obcecado pela idéia de conquistar a Senhora de Rênal, esposa do prefeito, e inventa verdadeiras estratégias para conquistá-la (note que, como em toda obra de Stendhal, ele próprio criava estratégias para tentar conquistar outras mulheres).

Por fim, este romance se torna um escândalo. Julien parte para Paris e recomeça o segundo ciclo do nosso herói. Ele volta a se apaixonar, agora por Mathilde, se engaja como secretário de um Marquês, pai de Mathilde, que se torna o mecenas de Julien.

Nesta parte o livro faz incontáveis paralelos entre o interior e a capital francesa, respectivamente, Paris e Vérrièrs. Bem como das distinções entre o amor vivido lá e no interior. Também compara com o amor do período pré-napoleônico.

O livro tem um triste fim, baseado na realidade, da condenação a morte para Sorel. Stendhal, presenciou um escândalo nestes mesmos termos na Itália, que foi justamente a inspiração para o livro.

Até mesmo o nome da obra é motivo para controvérsias. Se discute muito ao que Stendhal se referia com o "vermelho" e o "negro", muitos atribuem o negro a cor da batina do herói e o vermelho ao sangue lavado, mas, lendo a obra, realmente a outros exemplos que também podem ser citadas como a razão-mor para o nome. Assim, o negro representaria a morte e o vermelho, a paixão; ainda, a escolha entre as duas cores da roleta, representando o Destino (ou Fortuna): ganha ou perde.

Num artigo não publicado sob um psedônimo, Stendhal comenta sobre um livro e declara, ele mesmo como "um livro que pela primeira vez até agora teve a ousadia de tratar dos sentimentos franceses" e também "o único livro que tem duas heroinas, Senhora de Rênal e Mathilde".

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O VERMELHO E O NEGRO - (resumo estendido)

M. de Rênal, o prefeito da cidadezinha provinciana de Verrières, contrata JULIEN SOREL para ser o tutor de seus filhos. JULIEN é apenas o filho de um carpinteiro mas sonha seguir os passos de seu herói, Napoleão.

Todavia, nesta época, os homens ganham o poder é na igreja (o negro), e não mais no exército (o vermelho).

Mesmo que esteja treinando para sacerdote, JULIEN decide seduzir a mulher do prefeito, Mme. de Rênal, porque pensa ser o seu dever. Eles se tornam amantes, porém, M. Valenod, o adversário político do prefeito, descobre o caso e começa a espalhar rumores.

M. de Rênal sente-se profundamente embaraçado, mas sua mulher o convence que os rumores são falsos. M. Chélan, o padre da cidade e mentor de JULIEN, o envia ao seminário de Besançon para evitar quaisquer escândalos posteriores.

O diretor do seminário, M. Pirard, gosta de JULIEN e o encoraja a se tornar um grande sacerdote. JULIEN se dá bem no seminário mas somente porque quer fazer fortuna e obter êxito na sociedade francesa. Os outros padres do seminário não percebem a hipocrisia de JULIEN, mas sentem ciúme de sua inteligência. M. Pirard está desgostoso com a política da Igreja e renuncia.

O seu benfeitor aristocrático, o Marquês de la Mole, quer que Pirard seja o seu secretário pessoal em Paris, mas M. Pirard diz-lhe que contrate JULIEN em seu lugar.

JULIEN sente-se repelido e interessado pela sociedade parisiense simultaneamente. Ele tenta se ajustar entre os nobres mas estes o tratam como inferior socialmente. Porém, a filha do Marquês, Mathilde, apaixona-se por JULIEN e eles se tornam amantes. Quando Mathilde engravida e conta a o Marquês acerca do seu caso, este fica furioso, mas logo enobrece JULIEN para que Mathilde o possa desposar. JULIEN, finalmente, tem o título aristocrático que sempre quisera para assegurar seu futuro.

Mas, Mme. de Rênal, sentindo-se culpada por essa aliança ímpia, manda ao Marquês uma carta denunciando JULIEN como mulherengo interessado apenas em fazer sua própria fortuna. Então, o Marquês se recusa a deixar sua filha casar com JULIEN, o qual retorna a Verrières, furioso, onde tenta matar Mme. De Rênal; é preso, sentenciado à morte, e morre dando-se conta que seu amor era de Rênal. Esta, logo após a morte de JULIEN na guilhotina, morre com o coração partido.

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fontes de consulta:

http://www.sparknotes.com/lit/redblack/summary.html
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Red_and_the_Black
http://us.penguingroup.com/static/rguides/us/red_and_black.html
http://www.hollywood.com/movies/detail/id/180937