Grace means more than gifts. In grace something is transcended, once and for all overcome. Grace happens in spite of something; it happens in spite of separateness and alienation. Grace means that life is once again united with life, self is reconciled with self. Grace means accepting the abandoned one. Grace transforms fate into a meaningful vocation. It transforms guilt to trust and courage. The word grace has something triumphant in it.
Blog da professora de Física Simone Martins ( Tia Si) e tb professora de inglês
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
ENEM/VESTIBULAR
http://www.fisicanovestibular.xpg.com.br/questoes.html
P.S. Galera, todos os assuntos de fisica resolvidos e comentados, por assunto...Amo vcs todos, sem exceção...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
night group
Terceirão
Aqui está uma sugestnao de site para treinqr choques e seu gabarito comentado. Espero que ajude muto vcs... http://www.fisicaevestibular.com.br/exe_din_21.htm
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Terceirão
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
cupcakes....
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
turma da noite
the homepage i want u to access is
quinta-feira, 1 de julho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
SER FLAMENGO
Também é de 1911, da mentalidade anterior à Primeira Grande Guerra, o amor às cores do clube. Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juizes, bandeirinhas tremem então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."
(Nelson Rodrigues - Tricolor)
domingo, 20 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
CARTA A UM MILITAR

(Publicado na “Seleções do Readers Digest”)
Faltavam seis minutos para as seis horas no relógio acima do balcão da estação Grand Central de Nova York. O alto e jovem tenente do exército ergueu o rosto queimado pelo sol e apertou os olhos para verificar a hora exata. Seu coração batia tão fortemente que o sobressaltava. Dentro de seis minutos ele veria a mulher que havia ocupado um lugar especial na sua vida durante os passados 13 meses, a mulher que ele nunca vira, mas cujas palavras escritas lhe tinham dado inquebrantável alento.
O Tenente Blandford lembrava-se, especialmente, dum certo dia, no mais aceso da luta, quando seu avião fora apanhado no meio dum grupo de caças inimigos.
Em uma de suas cartas, ele havia confessado que muitas vezes sentia medo e, poucos dias antes desse combate, recebera a sua resposta: “É claro que você tem medo. . . Todos os homens corajosos têm. Na próxima vez em que você duvidar de si mesmo, quero que você ouça a minha voz recitando para você: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo.”...E havia lembrado e essa lembrança renovara a sua força.
Agora ele ia ouvir a sua voz real. Faltavam quatro minutos para seis. Uma moça passou rente a ele, e o Tenente Blandford estremeceu. Trazia uma flor no vestido, mas não era a pequena rosa vermelha que haviam combinado. Além disso, a moça devia ter apenas 18 anos e Hollis Meynell dissera que tinha 30. “Que tem isso? respondera ele. “Eu tenho 32.” Na realidade, tinha apenas 29.
Lembrou-se, então, do livro que lera, lá no campo de treinamento. Chamava-se “Servidão Humana”, e em todo livro havia anotações numa letra de mulher. Nunca imaginara que uma mulher pudesse devassar o coração dum homem com uma tal compreensão e ternura. O nome dela estava escrito no livro: Hollis Meynell. Procurou um catálogo de telefones de nova York e encontrou o seu endereço. Escreveu-lhe e ela respondeu. No dia seguinte, foi mandado para a frente de combate, mas continuaram a corresponder-se.
Durante 13 meses ela lhe respondera fielmente. Mesmo quando as suas cartas não chegavam, ela continuava escrevendo, e agora estava convencido de que a amava e que era correspondido.
Ela, entretanto, sempre tinha recusado a ceder a seus reiterados pedidos para que lhe enviasse uma fotografia. Justificava-se da seguinte forma: “Se o sentimento que você nutre por mim tiver algum fundo de sinceridade, a minha aparência pouco importará. Suponha que eu seja bonita. Seria sempre perseguida pela idéia de que você jogou apenas nisso, e essa espécie de amor repugnar-me-ia. Suponha que eu seja feia (e você deve admitir que isso é o mais provável), então eu viveria receosa de que você só continuasse escrevendo-me por se sentir só e não ter mais ninguém. Não, não peça o meu retrato. Quando voltar a Nova York, então me verá e poderá tomar uma decisão.”
Um minuto para seis... tirou uma tragada do cigarro nervosamente. E neste momento coração do Tenente Blandford de um pulo.
Uma jovem caminhava em direção a ele. Era alta e delgada; seus cabelos louros e ondulados descobriam umas orelhinhas delicadas. Os olhos eram tão azuis como o céu, os lábios e o queixo de uma suave firmeza. Com seu costume verde-pálido, era a verdadeira imagem da primavera.
Adiantou-se para ela esquecendo-se de notar que não trazia rosa nenhuma. Ao perceber-lhe o movimento, um sorriso leve e provocante aflorou aos lábios da moça.
Vai para o mesmo lado que eu, soldado? - murmurou.
Ele avançou mais um passo. E então viu Hollis Meynell.
Estava parada logo atrás da moça e era uma mulher de quarenta e muitos anos, de cabelos grisalhos sob um chapéu surrado. Era mais do que rechonchuda, tinha tornozelos grossos e calçava sapatos de salto baixo. Mas trazia uma rosa vermelha no casaco amarrotado.
A moça de costume verde continuava afastando-se rapidamente.
Blandford sentiu como se estivesse sendo partido em dois, tão vivo era o seu desejo de seguir a moça e tão profundo a anelo que o impelia para aquela mulher cujo espírito acompanhara tão fielmente o seu, sustendo-o em todos os momentos. E agora ela estava ali. Podia ver que o seu rosto era doce e compreensivo e que os olhos cinzentos tinham um brilho ardente.
O Tenente Blandford não hesitou. Seus dedos apertaram o exemplar de “Servidão Humana” com que se faria reconhecer. Aquilo não seria amor, mas seria algo de precioso, uma amizade pela qual sempre se sentira e sempre se sentiria reconhecido.
Endireitou-se, fez uma saudação e estendeu o livro para a mulher, embora, enquanto falava, sentisse todo o amargor do seu desapontamento.
Eu sou o Tenente John Blandford, e a senhora... deve ser Hollis Meynell!. Alegro-me por ter podido encontra-se comigo. Posso... posso convidá-la para jantar?
O rosto da mulher abriu-se num sorriso benévolo.
Eu não sei de que o senhor está falando, moço - respondeu. Aquela moça de costume verde me fez botar esta rosa no casaco. E disse que, se o senhor me pedisse para acompanhá-lo, lhe dissesse que ela está o esperando naquele restaurante do outro lado da rua. Ela explicou-me que era uma espécie de teste. E pelo que eu vi o senhor passou!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Einstein: a descoberta de um gênio
Imagem cedida 2006 SmugMug, Inc. |
O segundo artigo foi o que teve a menor importância entre os quatro. Nele, Einstein delineia um método para determinar o tamanho de uma molécula. O terceiro artigo partia de um tema aparentemente pouco promissor – “Sobre o movimento de pequenas partículas suspensas em um líquido estacionário, segundo a teoria cinética molecular do calor” – para mudar os paradigmas da ciência. Numa época em que se tinha ainda dúvidas no meio científico sobre os átomos, Einstein ousou provar a existências de moléculas invisíveis nesses dois artigos.
A partir dos insights que resultaram nos três primeiros artigos, Einstein produziria um quarto – e provavelmente o mais famoso deles. Ele tinha 26 anos de idade, era pobre e um funcionário público dos escalões inferiores à beira de um colapso mental e físico por conta de suas reflexões sobre complexos problemas e fórmulas. Após o que ele relatou como uma noite de torpor na qual uma tempestade explodiu em sua cabeça, produziu um artigo de 31 páginas chamado “Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento”. Nele estava contida a teoria da relatividade especial.
Isaac Newton havia declarado que tempo e espaço eram absolutos, sem qualquer relação com coisas exteriores. Segundo a física clássica, o tempo flui de modo equitativo e o espaço permanece sempre semelhante e inamovível. Einstein mudaria essas certezas. Para começar, ele propõe que não há nada que se possa chamar de movimento absoluto. Isso significa que também não existe ausência absoluta de movimento. Toda velocidade é relativa ao referencial específico que a define. Assim, se há movimento relativo, o tempo e o espaço se tornam relativos. Com uma exceção. A velocidade da luz, que é sempre a mesma, qualquer que seja a referência.
© istockphoto.com / Jose Antonio Santiso A fórmula da teoria da relatividade, a mais famosa de Einstein |
Einstein, com sua teoria da relatividade, mostrava entre outras descobertas que não existe tempo absoluto. O tempo somente se aplica ao local em que está sendo medido. Outro fruto da teoria da relatividade foi a fórmula E=mc², onde E é energia, m é massa e c é a velocidade da luz. Com ela, ele pressupunha que a matéria é energia solidificada e que, se a massa pudesse de algum modo ser convertida em energia, uma pequena quantidade de massa liberaria uma excepcional quantidade de energia. Mais para a frente Einstein incluiria a gravidade na sua teoria e criaria a teoria da relatividade geral, que prevê que a matéria pode fazer com que o espaço se curve. Publicado em 1916, o artigo “O fundamento da teoria da relatividade geral” mostrava em sua descrição dos fenômenos do universo que o espaço se tornava curvo e o tempo também, afinal ele era uma quarta dimensão em um contínuo espaço-tempo (para entender a teoria da relatividadedesenvolvida por Einstein, clique aqui e leia o nosso artigo).
The Five Most Important Concepts in Physics
I. Energy will dissipate from an area of higher energy to one of lower energy without the input of additional energy.
This law governs all energy flow, especially observable in the cases of thermal and electrical energy flow. Heat moves from the hot tea to the relatively cold mug and surrounding air. Electrons tend to spread until an even charge is obtained throughout the entire system. This can also be directly observed with a drop of dye added to a glass of water. The color will dissipate until the entire solution is a uniform color.
II. Newton's Three Laws of Motion
1. A body in rest tends to stay at rest, and a body in motion tends to stay in motion, unless the body is compelled to change its state. The evidence supporting the first part of this statement is easily seen. We know that a wheel will not begin rolling by itself. However, we do not see the proof of the second half in our world. That is because there is an ever present inhibiting force known asfriction that acts as the external force resisting perpetual motion.
2. The second law is a formula--- A=F/m. The acceleration of a body is dependent upon both the mass of the object (not its weight) and the net force perpetuating the motion (total force in the direction of the motion minus the force resisting motion). In the formula, a resisting force would be written as negative to produce a negative acceleration, which means the object would be slowing down.
3. For every action there is an equal and opposite reaction. This means that if I push you, I myself will be slightly pushed back in the process. This is the principle at work behind how jet planes and rockets propel themselves. They expell gases in the opposite direction, are pushed themselves in the process, and thus move forward.
III. The Laws of the Conservation of Energy and of Mass
These laws are intimately intertwined and state that, under normal conditions, the total energy of a contained system and the total mass of that contained system will remain contant. It also postulates that neither mass nor energy can be created or destroyed, that they merely change form (e.g. energy--- electrical changes to thermal, or mass--- liquid changes to gas). Fairly recently, though under laboratory conditions, scientists have actually observed a minute loss of total mass in a closed system, and this has been attributed to the fact that the mass had actually changed into energy. This led to a modification of the laws, which made the provision that mass and energy can actually change into each other.
IV. Wave-Particle Duality
The principle of quantum mechanics which implies that light (and, indeed, all other subatomic particles) sometimes act like a wave, and sometimes act like a particle, depending on the experiment you are performing. For instance, low frequency electromagnetic radiation tends to act more like a wave than a particle; high frequency electromagnetic radiation tends to act more like a particle than a wave.
V. The Four Fundamental Forces of Nature
Strong- This force is a nuclear force. Its purpose is to hold the nucleus of an atom together, but it decays rapidly with distance; it doesn't even extend beyond an atom's nucleus!!
Weak- The weak nuclear force is associated with beta decay. It is responsible for the nuclear breakdown of neutrons into protons and electrons.
Gravitational- The weakest of the four forces, but still holds us to the Earth, keeps our planet in orbit around the sun, and causes the tides to rise and fall.
Electromagnetic-This force is used on the atomic level to hold the atom together. It is caused by the opposing charges of electrons and protons.
Para quem gosta de saber mais, como eu!
13 LINHAS PARA VIVER
1) Te amo não por quem tu és, mas por quem sou quando estou contigo
2) Nenhuma pessoa merece tuas lágrimas e quem as merece não te faz chorar.
3) Só porque alguém não te ama como tu desejas, não significa que não te ame com todo o seu ser.
4) Um verdadeiro amigo é quem te pega a mão e te toca o coração.
5) A pior forma de sentir falta de alguém é estar sentado a seu lado e saber qeu nunca o poderá ter.
6) Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estais triste porque nunca sabes quem podera enamorar-se de teu sorriso.
7) Podes ser somente uma pessoa para o mundo, mas para alguma pessoa tu és o mundo.
8) Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo.
9) Quem sabe Deus queira que conhecças muita gente enganada antes que conheças a pessoa adequada para que, quando no fim a conheças, saibas estar agradando.
10) Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.
11) Sempre haverá gente que te machuque. Assim, o que tens de fazer é seguir confiando e só ser mais cuidadoso em quem confias duas vezes.
12) Converte-te em uma melhor pessoa e assegura-te de saber quem és antes de conhecer mais alguém e esperar que essa pessoa saiba quem és.
13) Não te esforces tanto, as melhores coisas acontecem quando menos esperas.
Tudo o que acontece, sucede por alguma razão...
quinta-feira, 6 de maio de 2010
FCE students
to practice a little bit more....
segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
LEIA E ESCOLHA A NACIONALIDADE QUE MAIS LHE AGRADAR...
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> DEZ MOTIVOS PARA SER AMERICANO
> 1- Adorar música brasileira, como merengue, salsa e rumba
> 2- Usar as roupas mais estranhas do mundo e ninguém ligar
> 3- Poder tomar cerveja dizendo apenas "Gimme a Bud"
> 4- Saber que a capital do Brasil é Buenos Aires &nbs p;
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> 5- Poder estudar de graça em Yale, desde que saiba jogar futebol americano
> 6- Falar com sotaque de Atlanta e todo o mundo achar bonito
> 7- Assistir novelas como qualquer brasileiro, mas chamá-las de soap opera
> 8- Entender as regras do Baseball e se divertir com isso
> 9- Achar que qualquer passeiozinho meia boca foi "terrific, amazing,
> wonderful"
> 10- Não ter que estudar no Yazigi, CCAA ou Fisk pra navegar na Intenet
( só vale no BEST-pq n é chato como nos outros!)
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> DEZ MOTIVOS PARA SER ARGENTINO
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> 1- Nenhum
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> 2- Ser resultado do cruzamento de índio com italiano, mas pensar que é inglês
> 3- Nenhum
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> 4- Achar que o vinho de Mendoza é melhor que o Chileno
> 5- Nenhum
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> 6- Acreditar que são os melhores no futebol (na verdade, em tudo!)
> 7- Nenhum
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> 8- Ser vizinho do Brasil
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> 9- Nenhum
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> 10- Ter o maior orgulho dos sapatos nacionais, mesmo que não consigam mais comprá-los .
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> DEZ MOTIVOS PARA SER BRASILEIRO
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> 1- O melhor futebol do
> mundo!
> 2- Praia!
> 3- Suco natural mesmo, na praia!
> 4- Desvalorizar o Real e ferrar com a Argentina, sem ter tido a Inflação de volta
> 5- Vatapá, feijoada, tutu de feijão, muqueca capixaba, virado à paulista e churrasco
> 6- Mulheres de biquini, loiras, morenas, ruivas, orientais,mulatas.
> E homens de sunguinha na praia!
> 7- Morar na América do Sul e não ter que falar espanhol
> 8- Ter a mesma nacionalidade que Deus
> 9- Ter um artilheiro de 34 anos que não cheira cocaína
> 10- Ter a felicidade de não ter nascido na Argentina nem nos Estados Unidos!!!!!
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> [REPASSE!!! SEJA PATRIOTA!!!]
"Uma mulher de 30 anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido.
(...)Enfim, além de todas as vantagens da sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis e até embelezar-se com a desgraça. Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força a fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer" Honoré de Balzac em A mulher de trinta anos (1832)
FALO A LÍNGUA DOS LOUCOS...
Quem é que nunca teve um Durval, um Danilo, um Aluísio, um João Batista, um Bezinho na vida? Tudo bem, pode ser uma Fabiana, uma Gabriela, uma Mariana, uma Thaís ou uma Fernanda... Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa!
Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo! A "fila" anda, a coleção de "figurinhas" cresce, a conta de telefone é sempre altíssima.
Mas e ai? O que isso te acrescenta? Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca logo na sua vida???
Se o tal "amor" é impontual e imprevisível que se dane!
Não adianta: as pessoas são impacientes! São e sempre vão ser!
Tem gente que diz que não é... "Eu não sou ansioso, as coisas acontecem quando tem que acontecer."
Mentira! Por dentro todo ser humano é igual: impaciente, sonhador, iludido... Jura de pé junto que não, mas vive sempre em busca da famosa cara metade!
- Quando você está solteiro e vê um casal aos beijos e abraços no meio da rua você sente a maior inveja;
- Você já se pegou escrevendo o seu nome e o da pessoa pelo qual você está apaixonada no espelho embaçado do banheiro, ou num pedacinho de papel;
- Você já enfiou os pés pelas mãos alguma vez na vida e se atirou de cabeça numa "relação" sem nem perceber que você mal conhecia a outra pessoa e que com este seu jeito de agir ela te acharia um tremendo louco;
- Você, assim como nos contos de fada, sonha em escutar um dia o tal "E foram felizes para sempre"...Bem, preciso continuar?
Ok, acho que não... Negue o quanto quiser, mas sei que já passou por isso e se não passou, não sabe o quanto está perdendo...
O problema de resistir a uma tentação é que você pode não ter uma segunda chance!
Eu Falo a língua dos loucos, porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos.
(Luiz Fernando Veríssimo)ASSASSINE
O quociente e a incógnita | |
"Às folhas tantas do livro de matemática, Millôr Fernandes |
Aula de Matemática | |
Pra que dividir sem raciocinar Por uma fração infinitesimal, Quando dois meios se encontram desaparece a fração Prá finalizar, vamos recordar Antônio Carlos Jobim |
domingo, 18 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
DOMINGO, 11 DE ABRIL DE 2010 do site do marcelo gleiser
Mitos, ciência e religiosidade
É possível ser uma pessoa espiritualizada e cética |
Como escrevi antes neste espaço, os que creem veem o avanço científico com uma ambiguidade surpreendente: de um lado, condenam a ciência como sendo materialista, cética e destruidora da fé das pessoas. "Ah, esses cientistas são uns chatos, não acreditam em Deus, duendes, ETs, nada!"
De outro, tomam antibióticos, voam em aviões, usam seus celulares e GPSs e assistem às suas TVs digitais. Existe uma descontinuidade gritante entre os usos da ciência e de suas aplicações tecnológicas e a percepção de suas implicações culturais e mesmo religiosas. Como resolver esse dilema?
A solução não é simples. Decretar guerra à fé, como andam fazendo alguns ateus mais radicais, como Richard Dawkin, não me parece uma estratégia viável. Pelo contrário, vejo essa polarização como um péssimo instrumento diplomático. Como Dawkins corretamente afirmou, os extremistas religiosos nunca mudarão de opinião, enquanto um cientista, diante de evidência convincente, é forçado eticamente a fazê-lo. Talvez essa seja a distinção mais essencial entre ciência e religião: o ver para crer da ciência versus o crer para ver da religião.
Aplicando esse critério à existência de entidades sobrenaturais, fica claro que o ateísmo é radical demais; melhor optar pelo agnosticismo, que duvida, mas não nega categoricamente o que não sabe. Carl Sagan famosamente disse que a ausência de evidência não é evidência de ausência. Mesmo que estivesse se referindo à existência de ETs inteligentes, podemos usar o mesmo raciocínio para a existência de divindades: não vejo evidência delas, mas não posso descartar sua existência por completo, por mais que duvide dela. Essa coexistência do existir e do não-existir é incômoda tanto para os céticos quanto para os crentes. Mas talvez seja inevitável.
A ciência caminha por meio do acúmulo de observações e provas concretas, replicáveis por grupos diferentes. A experiência religiosa é individual e subjetiva, mesmo que, às vezes, seja induzida em rituais públicos. Como escreveu o psicólogo americano William James, a verdadeira experiência religiosa é espiritual e não depende de dogmas. Apesar de o natural e o sobrenatural serem irreconciliáveis, é possível ser uma pessoa espiritualizada e cética.
Einstein dizia que a busca pelo conhecimento científico é, em essência, religiosa. Essa religião é bem diferente da dos ortodoxos, mas nos remete ao mesmo lugar, o cosmo de onde viemos, seja lá qual o nome que lhe damos.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
República do Twitter
Ele bateu a marca dos 100 milhões de usuários. E o Brasil já é o 2º país em número de twitteiros, com mais de 10 milhões de contas. A cada minuto pipocam 36 mil twitts no planeta. Mas a desigualdade é alta nessa nação: 5% dos usuários são responsáveis por 75% dos twitts. E a grande maioria não posta nada, nunca.
por @aversignassi
Global Garbage e os vestígios da folia
No último final de semana, a Skol realizou uma ação nas praias da Barra, em Salvador, com mergulhadores profissionais, catadores e voluntários e conscientizar as pessoas a não jogar lixo nas praias. Em dois dias, foram retirados 450 quilos de detritos em apenas 1 quilômetro de costa, a uma profundidade de 1 a 4 metros.
A iniciativa foi motivada pelas imagens divulgadas no início do mês, no site Global Garbage - da ONG de mesmo nome que dá um panorama sobre o lixo marinho no mundo.
É que dez dias depois do Carnaval, quatro amigos resolveram mergulhar na praia do Farol da Barra por conta de uma denúncia de que ali havia se acumulado uma enorme quantidade de lixo por causa dos dias de festa.
De fato, os meninos encontraram mais de 1.500 latinhas e garrafas, fora pedaços de abadás e outros objetos de plástico no fundo do mar (veja as fotos que eles fizeram enquanto retiravam todo aquele lixo). A mídia local não deu muita importância, mas a notícia se espalhou pela internet.
Só por essa pequena amostra, dá para imaginar quanto lixo está acumulado nos mares e oceanos em todo o mundo.
Ir à praia tem se tornado uma experiência cada vez menos agradável e, muitas vezes, até constrangedora. É cada vez mais fácil ser surpreendido, em pleno mergulho, por latinhas, sacos plásticos, garrafas de água, absorventes femininos e excrementos humanos ou animais.
A Global Garbage foi idealizada em 2001 pelo fotógrafo baiano, radicado na Alemanha, Fabiano Barreto, depois que ele encontrou, nas praias da Bahia, 81 embalagens de produtos estrangeiros, de 70 países diferentes, jogadas ali por navios de outros países e também trazidas pelas correntes marítimas. Não por acaso, o slogan da ONG é Local Beach, Global Garbage (do inglês, Praia Local, Lixo Global).
terça-feira, 9 de março de 2010
Steve Jobs, presidente da Apple, mostrou nesta quarta-feira (27) a esperada tablet da empresa, que acabou batizada como iPad. Segundo Jobs, o novo produto é um aparelho intermediário entre laptops e smartphones. "E para que isso pudesse existir deveria ser melhor que ambos em alguns pontos", explicou. "Como navegar na web, escreverr emails, apreciar e compartilhar fotos, assistir vídeos, ouvir música, jogar e ler livros eletrônicos". Jobs considera que o iPad é um aparelho melhor para todas essas atividades. Várias vezes chamou o novo dispositivo de "mágico".
O design do iPad parece o de um iPhone aumentado. Possui uma tela de 24,6 centímetros, com suporte para multitoque (assim como a tela do iPhone). A espessura é de 12,7 cm e o aparelho pesa 680 gramas. O processador, produzido pela própria Apple, é de 1Ghz. O iPad começará a ser comercializado em dois meses. O modelo mais barato, com 16GB de memória e sem conexão 3G, vai custar US$ 499 (cerca de R$ 913). No modelo mais caro, com 64GB e conexão 3G, o valor sobe para US$ 829 (cerca de R$ 1.517). Há ainda a opção de 32GB. Todos os iPads possuem Wi-fi, mas os modelos 3G - todos desbloqueados - são opcionais.
Jobs prometeu uma bateria de 10 horas para o iPad – “Posso pegar um voo de São Francisco para Tóquio e assistir a vídeos o tempo todo” -, ou, em modo de espera, mais de um mês de carga. Historicamente a duração da bateria é um dos pontos mais exagerados nas apresentações de novos dispositivos eletrônicos.
Um dos principais pontos sobre o novo produto é de que o aparelho será capaz de rodar os centenas de milhares de aplicativos já produzido para iPhone e disponíveis para compra na internet. Esse intercâmbio poderá ser feito simulando o tamanho de tela de um iPhone dentro do iPad ou ocupando todo o display. Scott Forstall, vice-presidente de software para iPhone da Apple, afirmou que quem já possuir o celular poderá passar todos seus aplicativos para o iPad. “Nós reescrevemos todos as nossas apps para essa tela”, disse Scott. Steve também mostrou novas versões de aplicativos clássicos da Apple, como o iTunes e o iWork.
Com o iPad a Apple pretende ainda entrar em dois mercados altamente lucrativos: primeiro o multibilionário mercado de jogos. Empresas já estão desenvolvendo jogos especialmente para o iPad e sua tela sensível, embora os gráficos ainda sejam convencionais. Segundo: o crescente mercado de livros digitais, criando em parte pelo e-reader Kindle, daAmazon. A Apple preparou um aplicativo, o iBook, e uma loja online de livros para o iPad. Ao contrário do formato fechado e proprietário do Kindle, entretanto – uma das principais críticas ao produto –, o programa da Apple é baseado no EPUB, um padrão livre e aberto para livros eletrônicos.
Antes de apresentar o iPad, Jobs afirmou que a Apple é a maior empresa de aparelhos móveis do planeta. “Maior que a Sony, maior que a Samsung, e, em receita, maior até do que a Nokia.”
Dizer que o poder corrompe é um antigo chavão. A novidade é que esse velho axioma acaba de ser comprovado cientificamente em um trabalho de pesquisadores da Kellogg School of Management, nos Estados Unidos. Após uma série de testes comportamentais com voluntários, eles demonstraram como o poder costuma, em geral, mudar as pessoas para pior. Em testes, os poderosos não só trapaceavam mais, como se mostravam mais hipócritas ao se desculpar por atitudes que condenavam nos outros. “Os poderosos acreditam que devem ser excluídos de certas regras”, afirma o psicólogo social Adam Galinsky, professor de ética e decisões em gerência da Kellogg School of Management e um dos autores do estudo.
QUEM É Americano de 41 anos, é Ph.D. em psicologia social pela Universidade Princeton O QUE FAZ Professor de ética e decisões em gerência da Kellogg School of Management, nos Estados Unidos O QUE PUBLICOU Mais de 75 artigos científicos. É coautor do estudoPower increases hypocrisy (O poder aumenta a hipocrisia) |
Adam Galinsky – Sim, corrompe. Basicamente, apesar de o poder deixar as pessoas no centro das atenções, de estarmos todos olhando para as autoridades, os poderosos se sentem psicologicamente invisíveis. E, por causa dessa sensação de invisibilidade, eles se permitem agir de maneiras imorais, ao passo que outras pessoas não agiriam assim por medo de punição. É como se ficassem à vontade para preencher suas mais íntimas necessidades. Uma das comparações de que gosto de fazer é a história do Senhor dos Anéis. No momento que ele põe o anel, fica invisível e age mal. O poder é esse anel.
Galinsky – Fizemos vários experimentos. Um deles foi com um jogo de dados. Dividimos os voluntários para a experiência em dois grupos: os muito poderosos e os pouco poderosos. Isolamos os grupos em um cubículo. Dissemos a cada um que eles ganhariam bilhetes para uma loteria conforme os pontos obtidos ao jogar os dados, que poderiam variar de 0 a 100. A média esperada era de 50 pontos. O grupo pouco poderoso anunciou ter obtido um resultado de 59 pontos, enquanto o grupo muito poderoso disse ter obtido 70 pontos. A conclusão é que o grupo pouco poderoso pode ter trapaceado com os dados, mas o muito poderoso trapeceou muito mais para conseguir mais bilhetes de loteria.
Galinsky – Sim, porque o poder não apenas muda a pessoa, mas revela quem ela é de verdade. Podemos afirmar, a partir dessa pesquisa, que a experiência do poder provoca certas mudanças no ser humano – e a maior é torná-lo hipócrita.
Galinsky – Em média, muitas pessoas, quando investidas de poder, tornam-se mais mesquinhas, afrouxam seus padrões éticos. Você está me fazendo uma pergunta diferente: se as pessoas que agem sem ética provavelmente se corromperiam no poder. “Provavelmente”, é a minha resposta.
dessa forma’. Mas a verdade é que, no poder, muitos mudam"
Galinsky – Por causa de um processo psicológico mostrado na pesquisa: os poderosos acreditam, de fato, que eles devem ser excluídos de certas regras e padrões aplicados aos demais. Ou então eles apresentam justificativas psicológicas para ter agido como agiram.
Galinsky – Quando estão fora do poder, as pessoas dizem: “Eu nunca agiria dessa forma”. Temos a tendência de acreditar que não temos a mesma vulnerabilidade e que não corremos os mesmos riscos dos outros. Mas a verdade é que, investidos de poder, muitos mudam. Somos suscetíveis. A pesquisa mostra, sistemática e cientificamente, que não só as pessoas
agem imoralmente quando podem, como elas se tornam hipócritas. Defendem padrões comportamentais mais rígidos para os outros do que para si mesmas. Foi o caso do governador de Nova York, Eliot Spitzer, que traiu a mulher com uma prostituta. Veio à tona depois que ele, como procurador-geral do Estado, combatia a prostituição. É nesse ponto que os poderosos caem do pedestal e a sociedade se revolta. Se eles apenas agissem mal, seria ruim, mas ainda por cima pregar o contrário do que fazem... A hipocrisia revolta. Vocês, por exemplo, têm um governador preso por obstruir a Justiça (José Roberto Arruda, governador afastado do Distrito Federal). Um governador é alguém que defende leis e comportamentos para a sociedade. Quando um político age assim, é mais revoltante do que executivos de empresas – porque executivos não necessariamente posam de modelo comportamental para os outros.
Galinsky – Não é uma questão de ser vigiado, mas de se sentir conectado à coletividade e obrigado a prestar contas aos outros. Mera vigilância nem sempre é eficaz e tende a dissipar seu efeito com o tempo, porque não é um processo que internaliza no indivíduo essa noção de que ele deve se explicar.
Galinsky – Essa é uma questão mais complicada. Se as cortes especiais forem mais lenientes, daí você reforça o problema do tratamento especial. Se esses julgamentos forem mais rápidos e defender altos padrões éticos e legais para os poderosos, podem servir para reforçar que ninguém está acima da lei. É muito fácil para as pessoas que conquistaram certos postos atuar pelo bem delas mesmas, em vez de trabalhar pela coletividade, que as colocou lá. Costumo dizer em minhas aulas que é preciso criar algemas para os honestos: como podemos garantir que ninguém se sinta tentado a trapacear? Por isso eu nunca dou provas para fazer em casa. A tentação para fazer consultas é enorme.
Galinsky – O melhor caminho é fazer com que os poderosos tenham de prestar contas. O Congresso tem de fiscalizar seus políticos, o governo e dividir o poder com eles. Os processos decisórios têm de ser transparentes. Os políticos têm de estar na vitrine da sociedade, bem visíveis. No mundo dos negócios, os altos executivos também têm de ser monitorados pela diretoria, pelos conselhos. Se a diretoria for uma rede formada por “mais dos mesmos”, ou seja, por indivíduos poderosos com o mesmo padrão comportamental, aí ela não exerce sua função de controlar o presidente, que se sente, por isso, invisível para os demais. Isso resulta em histórias parecidas com as da Enron e da World Com (empresas que faliram em 2001 em meio a graves escândalos de corrupção). O combate à falta de ética e à imoralidade passa pela divisão de poder. O Executivo tem de precisar do Legislativo, porque aí há um equilíbrio quase natural de forças.
Galinsky – Não, mas, se num experimento comportamental em que o poder não é uma força real acontece isso, imagine no mundo real, onde as pessoas lidam com o poder de verdade?